Após um bom tempo desaparecido deste blog, principalmente devido ao TCC e outros compromissos inadiáveis, volto ao mesmo para ajudar a aquecer esse que talvez seja o maior show do ano no Brasil! (Alguém ai disse que o do KISS foi melhor?).
Diferentemente do Maquinaria, onde descobri que meus amigos não gostam do Faith No More e/ou Jane’s Addiction e os que gostam não estavam dispostos a desembolsar 200 pilas para assisti-los, para o show do AC/DC o ingresso já está em mãos!
A banda fará sexta-feira, dia 27, seu magnífico show, com direito até a uma locativa no palco do bambiMorumbi. A setlist me parece “boa”, até mesmo porque falta minha música preferida, Jailbreak. Também gostaria que o show começasse com Thunderstruck, mas essa ainda é tolerável, a primeira não.
**Just for the record, quem vai abrir o show é o Nasi, nada contra mas…
E o album que deu origem a essa turnê foi o Black Ice, de 2008, que tem uma capa bem legal e em quatro versões diferentes. Liderados pelos irmãos Angus e Malcolm Young, guitarristas e o vocalista Brian Johnson, não abandonaram o bom, velho e simples Rock’n'Roll que consagrou a banda. Talvez esse seja o segredo da banda!
E para não me estender muito, falarei das possíveis músicas que irão compor o show e pertencem ao Black Ice. A principal, porém não a melhor, é Rock’n Roll Train, só acho que o refrão poderia estar com um backing vocal melhor (e para quem não viu, esse clipe também existe em excel, é só dar uma googada):
Big Jack talvez seja a mais legal de se cantar no show! War Machine é muito boa, mas o vocal está baixo e o baixo está alto (?), e com certeza terá um massivo solo do Angus durante o show. Anything Goes é uma música mais felizinha, porém não é certeza de que aparecerá no show.
A música que fecha o album é a homônima Black Ice, sendo a mais legal do disco:
Ou seja, será um show muito bom! E como recomendação do site do evento:
“Como se comportar dentro do estádio
A principal recomendação é não ser um mané. Não fique empurrando os outros para chegar na frente, isto atrapalha você e a todos que querem ver o show. Também não cause brigas. E muito comum as pessoas passarem mal durante o show e se isso ocorrer você irá ser levantado pelo pessoal a sua volta e levado para frente da grade ou nas laterais para ser atendido (será uma boa oportunidade de se sentir um astro do rock). Vá ao banheiro antes de entrar no estádio. Dentro do local estarão disponíveis banheiros químicos, mas se você sair do seu lugar será difícil voltar (na pista). Combine com seu amigos um lugar para se encontrar depois show para caso vocês se percam.”
Existem várias, inúmeras, diversas bandas que sempre olhamos (eu principlamente) e dizemos: “Hmpft, essa banda só tem essa música ai! O resto das músicas devem ser todas ruins”
E com o Green Jelly não foi diferente. Lembro de assistir o clipe de Three Little Pigs e dizer: “Ai ó! Mas uma banda de apenas uma música”. E pra variar estava enganado.
Cereal Killer, de 1991, é um daqueles albuns feitos apenas de “brincadeira”, mesmo estilo Massacration de ser, mas sem a parte poser, e conta com um singelo Rock’n'Roll, muitas vezes baseados em alguns clássicos do Rock e sempre com letras irreverentes.
Após o lançamento desse album, eles ficaram mais sérios e tentaram fazer algo mais original e pesado com o album 333… até deu certo, o som está muito mais evoluído musicalmente, mas não fez sucesso e o fim todos já devem saber!
A primeira música é a excelente Obey the Cowgod, que conta com o riffzinho da Ace of Spades do Motorhead:
A faixa homônima Cereal Killer é boa, mas parece que falta um “sequênica lógica nela”, seguida de Rock’n'Roll Pumpkihn, praticamente um rock instrumental com alguns solinhos no meio e uns vocais distorcidos.
E agora o momento extremamente épico, não só do album, mas da MTV e do Rock em geral, Three Little Pigs, que qualquer comentário meu só pode ser explicado através do vídeo:
Trippin on XTC lembra muito aquele estilo antigo dos Red Hot Chili Peppers, meio funk metal californiano, inclusive os vocais (até acho que é alguma paródia…). Misadventures of Shitman não tem nada de especial.
Electric Harley House of Love tem um riff estilo cavalgada bem legal e ainda conta com o riff the Enter Sandman do Metallica como base no solo, com certeza uma das melhores:
House Me Teenage Rave só tem a letra boa (paródia das meninhas “bobinhas”), uma tentativa de uma música tecno. Flight of Squajakada parece que só está no album para preencher espaço. Anarchy in the UK, é um cover dos Sex Pistols com a letra adaptada para os Flintstones (I Wanna be Fred Flintstone!):
O album ainda contén Green Jelly Theme Song, outra música para preencher espaço, chata.
Um ponto forte do album é o clima anos 90 que ele transmite, principalmente quando assitimos aos clipes.
Ou seja, Cereal Killer é bem legal, vale a pena escutá-lo.
Quem não se lembra do carismático porco-espinho ao lado?? Na verdade é um ouriço, mas ok.
Como tudo na vida, Sonic the Hedgehog cresceu e mudou, antes era uma bolinha e agora esta quase como o papa-léguas ai da foto da direita, além de ter deixado as madeixas crescerem.
Seus jogos mudaram e estão quase falindo (o último que joguei ele tinha uma espada..wtf??), tudo por causa desse bendito 3D!!
E sua trilha sonora também mudou, mas será que foi pra melhor?
Após algumas semanas turbulentas, volto a aquecer as engrenagens para o Maquinaria Festival 2009 que ocorrerá dia 7 de Novembro na Chácara do Jockey em SP. (O dia 8 não conta muito pra mim!).
E nada mais justo do que falar do Fatih No More, headline do primeiro dia e, com certeza, a melhor banda a participar do festival. O Jane’s Addiction abre o show para eles, e para ver o post de Ritual de Lo Habitual,clique aqui!
Os precursores do Funk Metal (alcunha que um dia foi coroa para os Red Hot Chili Peppers) lançaram seu album de maior sucesso nos idos 89, The Real Thing, e até hoje é considerado um dos albuns mais influentes da história do Rock.
O quinteto é constituído pelo versátil e excelente vocalista Mike Patton, apesar de ainda estar meio fanho nesse album, o guitarrista barbudo Jim Martin com sua Flyng V, o boiolinha assumido tinha que ser tecladista Roddy Bottum, o excepcional baixista Bill Gould, que toca também no black-death-extreme-metal Brujeria, e o baterista Mike Bordin, que faz uns bicos toca com o Ozzy agora, dividindo seu tempo com o retorno da banda.
O album começa com tudo com From Out of Nowhere, primeiro single do album, porém ele só iria explodir com o lançamento do próximo single e música do album, Epic, que conta com uma participação épica de todos os membros.
Recorda é viver! Este clipe é mais que clássico:
Outro ponto alto do album é famosa introdução no baixo de Falling to Pieces, execelente música. Surprise You’re Dead é bem quebrada, com uma guitarra bem legal, mas achei que o vocal/letras poderiam ser melhores.
Zombie Eaters tem um clima do mal bem legal. A música homônima The Real Thing é uma das melhores, bem estruturada com um bom vocal do Patton:
Show de 2009, ainda estão bem!
Underwater Love tem outro vocal nasalado do Mike Patton e não tem nada de mais. The Mornig After é boa mas me lembra a introdução de We Care a Lot do próprio Faith no More.
Woodpeckers from Mars é instrumental, só que está mais para uma música que não deu pra colocar o vocal, apesar de ser até legalzinha. A décima música é War Pigs, cover do Black Sabbath e que ficou muito boa. E para fechar o album temos Edge of the World, que é excelente mesmo sem ter guitarra:
Apesar de ser muito bom, não sei se esta é a minha fase preferida deles, pois logo após a saída do guitarrista, a sonoridade se torna um pouco mais diversificada e mais cru, podendo dizer até mais obscura.
Se você não conhece, vale muito a pena escutar The Real Thing, pirncipalmente para esta afinado para o show deles!
Falando em show, logo vem uma, talvez até duas, review do AC/DC. Mas qual album?
Sempre achei, e apesar dos bons lançamentos que vêm ocorrendo mantenho ainda quase 100% a minha opnião, que as velhinhas grandes bandas de Rock tentam se parecer como antigamente e não fazem sua música de forma sincera, sem querer realmente transmitir sua mensagem.
E mesmo não sendo um grande fã (alias, nem sou fã) do Pearl Jam, acredito que Backspacer, lançado a cerca de uma semanita, demonstra um rock sincero, simples e bem-feito, inclusive longe de estar perto ???do estilo de som que consagrou a banda, o Grunge.
A banda liderada pelo muito bom vocalista Eddie Vedder parece ter deixado os excelentes riffs de Ten para trás, bem como um pouco da sua rebeldia e ideais. Sim, este album chega a soar de forma Pop… mesmo sendo, como já disse, um simples rock.
Backspacer começa com a melhor música do album, e com certeza a com mais energia, Gonna See My Friend, que realmente funciona com uma boa música para abertura de albuns, o início me lembra até Ramones:
Got Some é boa e também tem uma introdução bem legal. A terceira música é The Fixer, primeira múscia de trabalho, mas particularmente não sei se teria usado ela em primeiro lugar… bom, pelo menos se aproxima um pouco mais do que alguém que gosta de Pearl Jam iria gostar!
Como já se era de esperar, o album parece começar a perder um pouco da sua energia, porém Johnny Guitar ainda é boa, com uma letra até cantante. Just Breathe, The End e Speed of Sound são as tentativas (acho que não vão dar certo) de baladinhas para o violão, as duas primeiras inclusive sendo somente no violão.
Amongst the Waves é muito boa, música estilo meio de show! Com a banda tocando fazendo pose e meio cansada, e com a galera cantando. Unthought Know é mais ou menos… Supersonic é o segundo single e acabou de ser lançado, com uma pegada bem legal (essa é a melhor apresentação que encontrei!):
O album contém ainda a boa Force of Nature, mas nada de especial nela.
Backspacer não é dos melhores, porém a simplicidade com que é feito faz ele ficar bom, entretando se você não gosta do estilo de música deles, não aconselho escutá-lo.
Alias, esse post é de um album bem recente, não? Não podem me acusar de falar só de velharias!!!
Acho que nada mais justo dedicar um pouco deste espaço à série Tony Hawk, especialmente quando se trata do terceiro lançamento.
THPS 3 é um dos jogos que tenho ótimas lembranças da minha “infância”, já que foi lançado em 2001, e foi um dos jogos que me influênciaram a gostar de Rock e algumas das suas vertantes.
Tony Hawk, para quem não se lembra, é aquele jogo que você precisa fazer pontos fazendo manobras com o skate e desvendando as fases nossa que jogo surpeendente!.
Sua trilha sonora vai do Punk ao Hip Hop, com clássicos e músicas excelentes mas que poucas pessoas conhecem, e se conhecem é devido ao jogo. Como a trilha é muito extensa, principalmente nos outros Tony Hawks, vou citar apensa as músicas que me chamam mais atenção.
A primeira música que me chamou atenção no jogo, fora Blitzkrieg Bop dos Ramones e Ace Of Spades do Motorhead, foi Fight Like a Brave dos Red Hot Chili Peppers, pois até então não conehcia esse tipo de som deles, mas voltado pro Funk Metal:
Dentre os diversos Punk Rocks do jogo, podemos destacAmoebaar , dos Adolescents (ps.: eles só tem esse múscia boa…):
Dentre as músicas mais pesadas New Metal? a música que se destaca é Pulse do Mad Capsule Markets, sendo que para jogar é uma das que mais fazem clima ao jogo:
E para completar, na linha do Hip Hop temos If You Must do Del Tha Funkee Homosapien, que tem uma batida bem legal, apesar de não se notar bem no clipe:
Bônus!: Ainda vale o destaque para Check do Zebrahead (com um vídeo super-babaca que encontrei hehehe):
Bom, esta definitivamente não é a melhor trilha da série Tony Hawk, porém é muito boa.
*É uma pena que um jogo que era tão legal e simples, mesmo tendo que acertar milhares de vezes os botões, tenha ficado tão complicado a ponto de eu não consigar dar um Flip, na versão para Wii…
Apesar de sempre ter sido um profissonal financeiro, assuntos de marketing sempre me chamaram a atenção, e muitas vezes, é claro, se mostram mais interessantes.
E sem querer puchar saco, dentre as mais variadas formas de se comunicar com o público, uma das que se destacam é a da Dove (que significa pomba branca da paz em inglês, o que dá mais sentido ao seu logo).
Acho a Campanha pela Real Beleza com um approach muito bom, afinal de contas, acredito que as mulheres que usam Dove não são modelos, e sim mulheres que vivem seu dia-a-dia normal e querem um bom produto.
Mas o que realmente me motivou a fazer esse post foram estes ads (são antigos, 2007, mas valem a pena):
Wilma Flintstone – ficou a mais gatinha.
Jane Jetson
Velma – Scooby Doo (nada contra, mas ela é sapato)
Marge Simpson – ficou bem melhor!
E para quem acha que é fake:
Acho muito legal quando as empresas utilizam esse tipo de comunicação. Outro ponto a ser destacado, é que as “mulheres” utilizadas nestes anúncios não são “novas”, ou seja, possíveis potencias consumidoras devem ter acompanhado estes cartoons e ter como “referência” as próprias, para aqueles que acham que os desenhos possam não ter atingido seu público alvo.
E para terminar, um dos melhores e, se não, o primeiro marketing viral que pude ver (tá, não foi o primeiro, mas utilizando essa denominação, foi). *Para quem não se lembra, na época não havia referência institucional, inclusive foi espalhado como se fosse um video anti-cosméticos/empresa/blablabla:
Sempre achei que albuns de rock, em boa parte dos casos, deveriam ser curtos e diretos ao ponto, sem muito lenga-lenga.
E Rainbow Rising, de 1976, está ai para provar que não estou errado! Composto de apenas seis músicas, com certeza esse é o melhor album do Rainbow e un dos melhores da época.
Sem comparações com o Deep Purple (e muito menos com os vocais do Ian Gillan), a banda de Ritchie Blackmore faz um Hard Rock de primeira linha, muito bem produzido, com os impecáveis vocais do anãoRonnie James Dio (que já era velho na época!) e a batera agressiva do Cozy Powell, além de teclados e baixos muito bem ambientalizados. Definitivamente, uma das melhores formações do Rock.
Rising começa com Tarot Woman, que tem uma introdução no teclado bem legal e uma base Hard Rock muito bem feita, seguida da boa Run With the Wolf, onde o vocal do Dio faz toda a diferença, levando boa parte da música nas costas.
As duas próximas músicas lembram bem o Deep Purple (tá, comparei!). Starstruck tem uma introdução bem legal do Blackmore, e Do Your Close Your Eyes tem o consagrado estilo de riff do guitarrista:
O lado B do album conta com as duas melhores músicas do Rainbow e contam a história de um Mago e sua vontade de chegar ao céu, contada através das pessoas que trabalhavam para ele, possíveis escravos (nenhuma influência do Dio nessas letras, né?). Ambas também demonstram Cozy Powell na sua melhor forma, mandando muito bem.
E logo na introdução de Stargazer, Cozy já começa com um solinho, alias, música que acabou de ser regravada pelo Dream Theater em seu último CD, e é toda orquestrada. Os vocais do Dio também estão espetaculares nela (redundância dizer isso?).
Dio solo mandando Stargazer:
E a última música é Light in Black, com uma pegada seca e rápida, com direito ao bumbo duplo do Cozy Powell no solo, que apesar de ser muito grande, é excelente:
Diferentemente dos outros albuns do Rainbow com o Dio, esse parece não ter existido muita frescura ou diversidade na gravação, simplesmente HardRock, e para quem gosta desse genêro, é fundamental escutá-lo.
Só acho que este poderia ter sido um album conceitual, ficaria muito mais legal.
Ps.: Apesar de eu ter comparado com o Deep Purple, me desculpem, mas o Rainbow ainda fica longe deles.
Para começar a esquentar os motores para o Maquinaria Rock Fest, esse que talvez seja o maior evento musical do Brasil no ano, vou postar alguns albuns das principais bandas que irão se apresentar por lá.
E para começar muito bem, esse que definitivamente é um dos melhores albuns da década de 90. Ritual de lo Habitual, de 1990, trouxe o Rock Underground dos anos 90 à tona, variando seu estilo do Hard Rock ao Semi-Punk, com pitadas Psicodélicas e Pops, sendo dividido em duas partes.
A banda, que alias veio a terminar um ano após o lançamento desse album, era formada, e desde o ano passado voltou a ter esta formação, pelos execelentes Perry Farrell, vocal, Dave Navarro, que também foi do Red Hot Chili Peppers nos meados de 1993/98, gravando o One Hot Minute, guitarra, Eric Avery, baixo, que já foi substituido pelo Flea do Peppers em uma certa época, e na batera Stephen Perkins.
A primeira parte do album é simplesmente rock sem pretensão. Ritual começa com o primeiro single do album, e é minha segunda favorita, Stop! Para uma música de trabalho, ela é bem “quebrada”:
A boa No One’s Leaving tem um baixo forte, como também em Ain’t No Right, que é um rock com cara do Jane’s. A chatinha Obvious serve de introdução para a melhor música do album, Been Caught Stealing, que também foi tema do GTA San Andreas:
A primeira parte do album acaba aqui e começa a segunda, que são músicas mais longas e progressivas, com um toque bem triste, que tratam basicamente de uma amiga de Farrel que suicidou-se.
A sexta música é Three Days, 10 minutos, é excelente e conta com um ótimo solo do Dave Navarro, e é seguida por Then She Did, no mesmo estilo da anterior:
Of Course tem um violino que da um toque meio are baba indiano na música, e para terminar, a nona música Classic Girl, bem calminha, mas nada de especial.
Agora é so esperar eles no Maquinaria, que alias terão outras boas bandas e que pintaram nos próximos posts. Alias, alguém se arrisca a dizer qual farei, Faith No More, headline do primeiro dia, ou Evanescence, que fechará o segundo dia? E ae?
E para dar ínicio aos novos albuns, resolvi começar com este que talvez seja uns dos melhores, se não o melhor (exagerei?) album de rock da música brasileira! Ah!, antes que esqueça, também fui motivado pelo show deles que vi no fim de semana passado, mas falo dele no fim do post!
Nós Vamos Invadir Sua Praia, de 1985, é o primeiro album dos jovens garotos do Ultraje a Rigor, liderados pelo vocalista e guitarrista Roger. Com um rock muito sincero, este foi o primeiro album brasileiro a conseguir um Disco de Platina.
Não sou muito fã do Rock Brasileiro, porém este é um caso de exceção. Diferentemente do que acontece nas bandas de sucesso, que adoram uma poesia melancólica na música, eles abordam temas engraçados e jovens, sempre com uma certa crítica a sociedade. E nesse caso também não é só o vocal que é destaque, pois o baixo tem linhas super bem feitas, a guitarra e a bateria não são só para acompanhar, sendo muito bem feitas também, fora os backing-vocals sempre bem posicionados.
O album começa com a música homônima Nós Vamos Invadir Sua Praia, que conta com a participação de outros vocalistas, incluindo o Lobão (é ele quem grita na hora do solo “Cade a minha farofinha Roger?!”). E o clipe é mais do que clássico:
A segunda música é Rebelde sem Causa, e talvez seja a mais ointentista de todas e é seguida de Mim Quer Tocar, música bem no estilo Reggae. Logo depois vem Zoraide, que foi uma sensação no show de domingo (não sei por que) e é um bom Rock’n'Roll.
A quinta música é Ciúme, que tem um refrão que ninguém esquece e duas versões, a do album original que é rápida, e a primeira versão que é lenta, como gravado no Acústico da Mtv de 2005:
A próxima música é outra que nem precisa de muita descrição pois Inútil também é um clássico da música brasileira (e de comercias de TV também!). Marylou tem uma bateria bem legal com uma letra muito clássica, inclusive se tornou umas das maiores marchinhas de carnaval de todos os tempos.
A BeatlenianaJesse Go, é muito boa também e acredito não ser cantada pelo Roger (alguem sabe quem é?). Eu Me Amo tem um baixo marcante que da todo o tom para a música e também é um clássico.
Se Você Sabia é outro excelente rock e tem uma letra muito engraçada. O album termina com Independente Futebol Clube:
É, este é mais um daqueles albuns que podem ser considerados um The Best Of, pois as melhores do Ultraje se encontram nele.
Também deixo a dica do acústico deles na MTV, que é muito bom.
Sobre o show deles, foi em Santo André, com chuva e pouco público, porém muito animado! Eles mandaram bem, apesar da guitarra estar “muito estranha” em boa parte das músicas. Ponto alto do show foi quando tocaram Sheena Is A Punk Rocker, dos Ramones, e seus maiores clássicos.