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Review – AC/DC – Black Ice

Novembro 22, 2009 · 3 Comentários

Após um bom tempo desaparecido deste blog, principalmente devido ao TCC e outros compromissos inadiáveis, volto ao mesmo para ajudar a aquecer esse que talvez seja o maior show do ano no Brasil! (Alguém ai disse que o do KISS foi melhor?).

Diferentemente do Maquinaria, onde descobri que meus amigos não gostam do Faith No More e/ou Jane’s Addiction e os que gostam não estavam dispostos a desembolsar 200 pilas para assisti-los, para o show do AC/DC o ingresso já está em mãos!

A banda fará sexta-feira, dia 27, seu magnífico show, com direito até a uma locativa no palco do bambi Morumbi. A setlist me parece “boa”, até mesmo porque falta minha música preferida, Jailbreak. Também gostaria que o show começasse com Thunderstruck, mas essa ainda é tolerável, a primeira não.

**Just for the record, quem vai abrir o show é o Nasi, nada contra mas…

E o album que deu origem a essa turnê foi o Black Ice, de 2008, que tem uma capa bem legal e em quatro versões diferentes. Liderados pelos irmãos Angus e Malcolm Young, guitarristas e o vocalista Brian Johnson, não abandonaram o bom, velho e simples Rock’n'Roll que consagrou a banda. Talvez esse seja o segredo da banda!

E para não me estender muito, falarei das possíveis músicas que irão compor o show e pertencem ao Black Ice. A principal, porém não a melhor, é Rock’n Roll Train, só acho que o refrão poderia estar com um backing vocal melhor (e para quem não viu, esse clipe também existe em excel, é só dar uma googada):

Big Jack talvez seja a mais legal de se cantar no show! War Machine é muito boa, mas o vocal está baixo e o baixo está alto (?), e com certeza terá um massivo solo do Angus durante o show. Anything Goes é uma música mais felizinha, porém não é certeza de que aparecerá no show.

A música que fecha o album é a homônima Black Ice, sendo a mais legal do disco:

Ou seja, será um show muito bom! E como recomendação do site do evento:

Como se comportar dentro do estádio

A principal recomendação é não ser um mané. Não fique empurrando os outros para chegar na frente, isto atrapalha você e a todos que querem ver o show. Também não cause brigas. E muito comum as pessoas passarem mal durante o show e se isso ocorrer você irá ser levantado pelo pessoal a sua volta e levado para frente da grade ou nas laterais para ser atendido (será uma boa oportunidade de se sentir um astro do rock). Vá ao banheiro antes de entrar no estádio. Dentro do local estarão disponíveis banheiros químicos, mas se você sair do seu lugar será difícil voltar (na pista). Combine com seu amigos um lugar para se encontrar depois show para caso vocês se percam.”

=D

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Review – Faith No More – The Real Thing

Outubro 17, 2009 · Deixe um comentário

The Real ThingApós algumas semanas turbulentas, volto a aquecer as engrenagens para o Maquinaria Festival 2009 que ocorrerá dia 7 de Novembro na Chácara do Jockey em SP. (O dia 8 não conta muito pra mim!).

E nada mais justo do que falar do Fatih No More, headline do primeiro dia e, com certeza, a melhor banda a participar do festival. O Jane’s Addiction abre o show para eles, e para ver o post de Ritual de Lo Habitual, clique aqui!

Os precursores do Funk Metal (alcunha que um dia foi coroa para os Red Hot Chili Peppers) lançaram seu album de maior sucesso nos idos 89, The Real Thing, e até hoje é considerado um dos albuns mais influentes da história do Rock.

O quinteto é constituído pelo versátil e excelente vocalista Mike Patton, apesar de ainda estar meio fanho nesse album, o guitarrista barbudo Jim Martin com sua Flyng V, o boiolinha assumido tinha que ser tecladista Roddy Bottum, o excepcional baixista Bill Gould, que toca também no black-death-extreme-metal Brujeria, e o baterista Mike Bordin, que faz uns bicos toca com o Ozzy agora, dividindo seu tempo com o retorno da banda.

O album começa com tudo com From Out of Nowhere, primeiro single do album, porém ele só iria explodir com o lançamento do próximo single e música do album, Epic, que conta com uma participação épica de todos os membros.

Recorda é viver! Este clipe é mais que clássico:

Outro ponto alto do album é famosa introdução no baixo de Falling to Pieces, execelente música. Surprise You’re Dead é bem quebrada, com uma guitarra bem legal, mas achei que o vocal/letras poderiam ser melhores.

Zombie Eaters tem um clima do mal bem legal. A música homônima The Real Thing é uma das melhores, bem estruturada com um bom vocal do Patton:

Show de 2009, ainda estão bem!

Underwater Love tem outro vocal nasalado do Mike Patton e não tem nada de mais. The Mornig After é boa mas me lembra a introdução de We Care a Lot do próprio Faith no More.

Woodpeckers from Mars é instrumental, só que está mais para uma música que não deu pra colocar o vocal, apesar de ser até legalzinha. A décima música é War Pigs, cover do Black Sabbath e que ficou muito boa. E para fechar o album temos Edge of the World, que é excelente mesmo sem ter guitarra:

Apesar de ser muito bom, não sei se esta é a minha fase preferida deles, pois logo após a saída do guitarrista, a sonoridade se torna um pouco mais diversificada e mais cru, podendo dizer até mais obscura.

Se você não conhece, vale muito a pena escutar The Real Thing, pirncipalmente para esta afinado para o show deles!

Falando em show, logo vem uma, talvez até duas, review do AC/DC. Mas qual album?

Comentem!

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Review – Jane’s Addiction – Ritual de lo Habitual

Setembro 5, 2009 · 2 Comentários

ritual_de_lo_habitual_coverPara começar a esquentar os motores para o Maquinaria Rock Fest, esse que talvez seja o maior evento musical do Brasil no ano, vou postar alguns albuns das principais bandas que irão se apresentar por lá.

E para começar muito bem, esse que definitivamente é um dos melhores albuns da década de 90. Ritual de lo Habitual, de 1990, trouxe o Rock Underground dos anos 90 à tona, variando seu estilo do Hard Rock ao Semi-Punk, com pitadas Psicodélicas e Pops, sendo dividido em duas partes.

A banda, que alias veio a terminar um ano após o lançamento desse album, era formada, e desde o ano passado voltou a ter esta formação, pelos execelentes Perry Farrell, vocal, Dave Navarro, que também foi do Red Hot Chili Peppers nos meados de 1993/98, gravando o One Hot Minute, guitarra, Eric Avery, baixo, que já foi substituido pelo Flea do Peppers em uma certa época, e na batera Stephen Perkins.

A primeira parte do album é simplesmente rock sem pretensão. Ritual começa com o primeiro single do album, e é minha segunda favorita, Stop! Para uma música de trabalho, ela é bem “quebrada”:

A boa No One’s Leaving tem um baixo forte, como também em Ain’t No Right, que é um rock com cara do Jane’s. A chatinha Obvious serve de introdução para a melhor música do album, Been Caught Stealing, que também foi tema do GTA San Andreas:

A primeira parte do album acaba aqui e começa a segunda, que são músicas mais longas e progressivas, com um toque bem triste, que tratam basicamente de uma amiga de Farrel que suicidou-se.

A sexta música é Three Days, 10 minutos, é excelente e conta com um ótimo solo do Dave Navarro, e é seguida por Then She Did, no mesmo estilo da anterior:

Of Course tem um violino que da um toque meio are baba indiano na música, e para terminar, a nona música Classic Girl, bem calminha, mas nada de especial.

Agora é so esperar eles no Maquinaria, que alias terão outras boas bandas e que pintaram nos próximos posts. Alias, alguém se arrisca a dizer qual farei, Faith No More, headline do primeiro dia, ou Evanescence, que fechará o segundo dia? E ae?

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