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Review – Faith No More – The Real Thing

Outubro 17, 2009 · Deixe um comentário

The Real ThingApós algumas semanas turbulentas, volto a aquecer as engrenagens para o Maquinaria Festival 2009 que ocorrerá dia 7 de Novembro na Chácara do Jockey em SP. (O dia 8 não conta muito pra mim!).

E nada mais justo do que falar do Fatih No More, headline do primeiro dia e, com certeza, a melhor banda a participar do festival. O Jane’s Addiction abre o show para eles, e para ver o post de Ritual de Lo Habitual, clique aqui!

Os precursores do Funk Metal (alcunha que um dia foi coroa para os Red Hot Chili Peppers) lançaram seu album de maior sucesso nos idos 89, The Real Thing, e até hoje é considerado um dos albuns mais influentes da história do Rock.

O quinteto é constituído pelo versátil e excelente vocalista Mike Patton, apesar de ainda estar meio fanho nesse album, o guitarrista barbudo Jim Martin com sua Flyng V, o boiolinha assumido tinha que ser tecladista Roddy Bottum, o excepcional baixista Bill Gould, que toca também no black-death-extreme-metal Brujeria, e o baterista Mike Bordin, que faz uns bicos toca com o Ozzy agora, dividindo seu tempo com o retorno da banda.

O album começa com tudo com From Out of Nowhere, primeiro single do album, porém ele só iria explodir com o lançamento do próximo single e música do album, Epic, que conta com uma participação épica de todos os membros.

Recorda é viver! Este clipe é mais que clássico:

Outro ponto alto do album é famosa introdução no baixo de Falling to Pieces, execelente música. Surprise You’re Dead é bem quebrada, com uma guitarra bem legal, mas achei que o vocal/letras poderiam ser melhores.

Zombie Eaters tem um clima do mal bem legal. A música homônima The Real Thing é uma das melhores, bem estruturada com um bom vocal do Patton:

Show de 2009, ainda estão bem!

Underwater Love tem outro vocal nasalado do Mike Patton e não tem nada de mais. The Mornig After é boa mas me lembra a introdução de We Care a Lot do próprio Faith no More.

Woodpeckers from Mars é instrumental, só que está mais para uma música que não deu pra colocar o vocal, apesar de ser até legalzinha. A décima música é War Pigs, cover do Black Sabbath e que ficou muito boa. E para fechar o album temos Edge of the World, que é excelente mesmo sem ter guitarra:

Apesar de ser muito bom, não sei se esta é a minha fase preferida deles, pois logo após a saída do guitarrista, a sonoridade se torna um pouco mais diversificada e mais cru, podendo dizer até mais obscura.

Se você não conhece, vale muito a pena escutar The Real Thing, pirncipalmente para esta afinado para o show deles!

Falando em show, logo vem uma, talvez até duas, review do AC/DC. Mas qual album?

Comentem!

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Review – Dream Theater – Scenes from a Memory

Julho 25, 2009 · 4 Comentários

200px-Dream_Theater_-_Metropolis_Pt._2-_Scenes_from_a_MemoryApós uma praia faraônica gelada, estou de volta para dar prosseguimento aos albuns conceituais, como prometindo em algum post anterior.

E foi graças a este album que me tornei fã do Dream Theater, uma das grandes bandas atuais do ProgMetal.

Metropolis pt 2: Scenes From a Memory, de 1999, marca o início de uma nova era para banda, sem mudanças em seu line-up, com o início do seu novo tecladista, e por muito pouco, seu quase ultimo album, já que estavam com muitos conflitos internos. Como eles mesmo descrevem, foi o album que mais se esforçaram para atingir todos os melhores aspectos de sonoridade. E concordo plenamente, os solos estão perfeitos, com bases muito bem feitas e pesadas, os vocais harmoniosos e letras muito boas, um album completo.

O DT é formado pelo vocalista James LaBrie e os virtuosos Jonh Petrucci e Jonh Myung, guitarra e baixo, o tecladista Jordan Rudess e meu baterista prefirido, Mike Portnoy.

Sem ser spoiler, Scenes conta basicamente a história, que com certeza é um dos pontos fortes do album, de um homem que vai a um hipnoterapista entender um pouco melhor seu passado, marcado por amor, ódio e morte, para entender melhor seu presente. Ele também é baseado na música Metropolis de seu primeiro album, Image and Words.

A música de abertura, Regression, é Nicholas, personagem principal, sendo hipnotizado, para logo depois entrar Overture, música instrmental que da o ritmo do album, com seu Riffs podendo ser vistos através do album, seguida da forte, porém sem solo algum, Strange Deja Vu, que marca o inicio da história:

Through My Words é a introdução no piano para a pesada Fatal Tragedy, que tem um solo animal ao fim dela. Logo depois vem a excelente, se não a melhor do album, Beyond this Life, com o melhor instrumental do album. Coloquei o video do Live at Budokan, show que vale muito a pena conferir, pena que não há ele inteiro no youtube só o massivo solo, mas no fim tem a múscia normal:

A sétima música é a bela baladinha Through her Eyes, que marca o momento triste do album, sendo seguida por Home, que tem uma pegada muito boa e um vocal sing-along bem legal.

A história vai chegando perto de seu desfecho com The Dance of Eternety, instrumental no mesmo estilo da segunda música do album, e One Last Time, que é onde Nicholas entende seu passado, tendo seu semi-desfecho em The Spirit Carries On, onde ele se liberta de seu fardo…

Porém a verdade só a revelada na última música, Finally Free, que fecha com chave de ouro, conseguindo caracterizar o fim de maneira excelente:

Bom, sem spoilers, o disco é realmente imperdível. Para aqueles que não gostam de rock progressivo, esse album é uma ótima pedida para seu conceito começar a mudar.

Talvez para os fãs mais metalbobão hardcores do Dream, o album seja muito “harmônico”, mas para mim está na medida certa.

Deixo aqui também mais duas dicas que valem muito a pena conferir, os DVDs Live in New York (Scenes from New York), de 2000, e Live at Budokan, de 2004, são muito bons e tem extras muito legais.

Ainda pretendo escrever sobre mais alguns albuns conceituais, se alguém tem algum dica, não esqueça de deixa-la nos comentários!

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Review – Metallica – Death Magnetic

Junho 26, 2009 · 5 Comentários

Metallica_Death_Magnetic Finalmente um album recente!

E acredito que apesar de ser um album do Metallica, Death Magnetic, de 2008, deixou todos os fãs com os pés atrás antes de seu lançamento, principalemte após o St. Anger…

Anyway, estava ancioso com o lançamento, era evidente que a banda tentaria se redimir do “fracasso” comercial do seu último lançamento, e logo que saiu no mercado fiz questão de ouvi-lo.

Sim! Ele é bom! A banda agora formado por James Hetfield, vocal e guitarra, Kirk Hammet, guitarra, Lars Urich, bateria e o baixista Robert Trujillo (aquele mesmo do Live at Budokan do Ozzy) fazem um album que remete as suas origens, como se fosse uma passagem do …And Justice for All para o Black Album.

A primeira música é That Was Just Your Life, que pra mim seria single (e minha preferida) do album, estanhamente não foi… de qualquer forma, ela tem uma pegada muito legal, bem rápida. The End of the Line e Broken, Beat & Scarred são duas porradas, ambos no mesmo estilo pesado.

Making of de That Was Just Your Life:

A quarta música é The Day That Never Comes é meio “baladinha estilo Metallica” e foi a primeira música de trabalho do disco. All Nightmare Long e Cyanide, são os outros dois singles do album, bem pesadas também.

O album estava muito bom pra ser verdade, eles tinha que fazer uma besteira, e para mim, capricharam! The Unforgiven III é uma música boa, o problema que seu nome carrega um fardo muito grande! Deveriam ter caprichado mais…

Making of de The Unforgiven III:

The Judas Kiss e Suicide & Redemption são as duas mais fraquinhas do album, que fecha com My Apocalypse, que tem aquela levada esperta de bateria do Lars, que faz o Metallica ser o que é.

Os fãs podem tirar seus pés de tras pois o album realmente correspondeu com as expectativas que não eram grandes. A banda, como deu pra percerber, fez um album pesado e sem aquela bateria bate lata do anterior,  só acredito que os solos poderiam ser um pouco mais trabalhados.

Worth Listening to!

Gostou? Comente!

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Dio x LS Jack

Junho 25, 2009 · 4 Comentários

Como citei no último post, o Paralamas gosta de fazer um plágio de outras bandas, mas um que me chamou muita atenção foi esse, LS Jack quem?, banda que lançou umas duas música de sucesso pop, Carla e Uma Carta, nos meados de 2003 ah tah mas ainda não lembro usou nada menos que a introdução do The Last in Line, do Ronnie James Dio em sua música! Dá pra acreditar?

The Last In Line, Dio

Uma Carta, Ls Jack

Ainda não sacou? Faz assim, quando for chegar a 00:28 no video do Dio, dá um play (carregue antes o video) no do LS Jack e você terá ma surpresa!

=O

Agora me conte, qual é melhor? (BTW, Sabadão tem review!)

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