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Entradas etiquetadas como ‘Rock’

Review – Green Jelly – Cereal Killer

Outubro 25, 2009 · 2 Comentários

green jelly cerael killerUfa! Achei que não ia postar essa semana!

Existem várias, inúmeras, diversas bandas que sempre olhamos (eu principlamente) e dizemos: “Hmpft, essa banda só tem essa música ai! O resto das músicas devem ser todas ruins”

E com o Green Jelly não foi diferente. Lembro de assistir o clipe de Three Little Pigs e dizer: “Ai ó! Mas uma banda de apenas uma música”. E pra variar estava enganado.

Cereal Killer, de 1991, é um daqueles albuns feitos apenas de “brincadeira”, mesmo estilo Massacration de ser, mas sem a parte poser, e conta com um singelo Rock’n'Roll, muitas vezes baseados em alguns clássicos do Rock e sempre com letras irreverentes.

Após o lançamento desse album, eles ficaram mais sérios e tentaram fazer algo mais original e pesado com o album 333… até deu certo, o som está muito mais evoluído musicalmente, mas não fez sucesso e o fim todos já devem saber!

A primeira música é a excelente Obey the Cowgod, que conta com o riffzinho da Ace of Spades do Motorhead:

A faixa homônima Cereal Killer é boa, mas parece que falta um “sequênica lógica nela”, seguida de Rock’n'Roll Pumpkihn, praticamente um rock instrumental com alguns solinhos no meio e uns vocais distorcidos.

E agora o momento extremamente épico, não só do album, mas da MTV e do Rock em geral, Three Little Pigs, que qualquer comentário meu só pode ser explicado através do vídeo:

Trippin on XTC lembra muito aquele estilo antigo dos Red Hot Chili Peppers, meio funk metal californiano, inclusive os vocais (até acho que é alguma paródia…). Misadventures of Shitman não tem nada de especial.

Electric Harley House of Love tem um riff estilo cavalgada bem legal e ainda conta com o riff the Enter Sandman do Metallica como base no solo, com certeza uma das melhores:

House Me Teenage Rave só tem a letra boa (paródia das meninhas “bobinhas”), uma tentativa de uma música tecno. Flight of Squajakada parece que só está no album para preencher espaço. Anarchy in the UK, é um cover dos Sex Pistols com a letra adaptada para os Flintstones (I Wanna be Fred Flintstone!):

O album ainda contén Green Jelly Theme Song, outra música para preencher espaço, chata.

Um ponto forte do album é o clima anos 90 que ele transmite, principalmente quando assitimos aos clipes.

Ou seja, Cereal Killer é bem legal, vale a pena escutá-lo.

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Review – Faith No More – The Real Thing

Outubro 17, 2009 · Deixe um comentário

The Real ThingApós algumas semanas turbulentas, volto a aquecer as engrenagens para o Maquinaria Festival 2009 que ocorrerá dia 7 de Novembro na Chácara do Jockey em SP. (O dia 8 não conta muito pra mim!).

E nada mais justo do que falar do Fatih No More, headline do primeiro dia e, com certeza, a melhor banda a participar do festival. O Jane’s Addiction abre o show para eles, e para ver o post de Ritual de Lo Habitual, clique aqui!

Os precursores do Funk Metal (alcunha que um dia foi coroa para os Red Hot Chili Peppers) lançaram seu album de maior sucesso nos idos 89, The Real Thing, e até hoje é considerado um dos albuns mais influentes da história do Rock.

O quinteto é constituído pelo versátil e excelente vocalista Mike Patton, apesar de ainda estar meio fanho nesse album, o guitarrista barbudo Jim Martin com sua Flyng V, o boiolinha assumido tinha que ser tecladista Roddy Bottum, o excepcional baixista Bill Gould, que toca também no black-death-extreme-metal Brujeria, e o baterista Mike Bordin, que faz uns bicos toca com o Ozzy agora, dividindo seu tempo com o retorno da banda.

O album começa com tudo com From Out of Nowhere, primeiro single do album, porém ele só iria explodir com o lançamento do próximo single e música do album, Epic, que conta com uma participação épica de todos os membros.

Recorda é viver! Este clipe é mais que clássico:

Outro ponto alto do album é famosa introdução no baixo de Falling to Pieces, execelente música. Surprise You’re Dead é bem quebrada, com uma guitarra bem legal, mas achei que o vocal/letras poderiam ser melhores.

Zombie Eaters tem um clima do mal bem legal. A música homônima The Real Thing é uma das melhores, bem estruturada com um bom vocal do Patton:

Show de 2009, ainda estão bem!

Underwater Love tem outro vocal nasalado do Mike Patton e não tem nada de mais. The Mornig After é boa mas me lembra a introdução de We Care a Lot do próprio Faith no More.

Woodpeckers from Mars é instrumental, só que está mais para uma música que não deu pra colocar o vocal, apesar de ser até legalzinha. A décima música é War Pigs, cover do Black Sabbath e que ficou muito boa. E para fechar o album temos Edge of the World, que é excelente mesmo sem ter guitarra:

Apesar de ser muito bom, não sei se esta é a minha fase preferida deles, pois logo após a saída do guitarrista, a sonoridade se torna um pouco mais diversificada e mais cru, podendo dizer até mais obscura.

Se você não conhece, vale muito a pena escutar The Real Thing, pirncipalmente para esta afinado para o show deles!

Falando em show, logo vem uma, talvez até duas, review do AC/DC. Mas qual album?

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Review – Pearl Jam – Backspacer

Outubro 2, 2009 · Deixe um comentário

Pearl_jam_backspacerSempre achei, e apesar dos bons lançamentos que vêm ocorrendo mantenho ainda quase 100% a minha opnião, que as velhinhas grandes bandas de Rock tentam se parecer como antigamente e não fazem sua música de forma sincera, sem querer realmente transmitir sua mensagem.

E mesmo não sendo um grande fã  (alias, nem sou fã) do Pearl Jam, acredito que Backspacer, lançado a cerca de uma semanita, demonstra um rock sincero, simples e bem-feito, inclusive longe de estar perto ??? do estilo de som que consagrou a banda, o Grunge.

A banda liderada pelo muito bom vocalista Eddie Vedder parece ter deixado os excelentes riffs de Ten para trás, bem como um pouco da sua rebeldia e ideais. Sim, este album chega a soar de forma Pop… mesmo sendo, como já disse, um simples rock.

Backspacer começa com a melhor música do album, e com certeza a com mais energia, Gonna See My Friend, que realmente funciona com uma boa música para abertura de albuns, o início me lembra até Ramones:

Got Some é boa e também tem uma introdução bem legal. A terceira música é The Fixer, primeira múscia de trabalho, mas particularmente não sei se teria usado ela em primeiro lugar… bom, pelo menos se aproxima um pouco mais do que alguém que gosta de Pearl Jam iria gostar!

Como já se era de esperar, o album parece começar a perder um pouco da sua energia, porém Johnny Guitar ainda é boa, com uma letra até cantante. Just Breathe, The End e Speed of Sound são as tentativas (acho que não vão dar certo) de baladinhas para o violão, as duas primeiras inclusive sendo somente no violão.

Amongst the Waves é muito boa, música estilo meio de show! Com a banda tocando fazendo pose e meio cansada, e com a galera cantando. Unthought Know é mais ou menos… Supersonic é o segundo single e acabou de ser lançado, com uma pegada bem legal (essa é a melhor apresentação que encontrei!):

O album contém ainda a boa Force of Nature, mas nada de especial nela.

Backspacer não é dos melhores, porém a simplicidade com que é feito faz ele ficar bom, entretando se você não gosta do estilo de música deles, não aconselho escutá-lo.

Alias, esse post é de um album bem recente, não? Não podem me acusar de falar só de velharias!!!

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Games Soundtracks – n°3 – Tony Hawk 3

Setembro 29, 2009 · 3 Comentários

3-logoAcho que nada mais justo dedicar um pouco deste espaço à série Tony Hawk, especialmente quando se trata do terceiro lançamento.

THPS 3 é um dos jogos que tenho ótimas lembranças da minha “infância”, já que foi lançado em 2001, e foi um dos jogos que me influênciaram a gostar de Rock e algumas das suas vertantes.

Tony Hawk, para quem não se lembra, é aquele jogo que você precisa fazer pontos fazendo manobras com o skate e desvendando as fases nossa que jogo surpeendente!.

Sua trilha sonora vai do Punk ao Hip Hop, com clássicos e músicas excelentes mas que poucas pessoas conhecem, e se conhecem é devido ao jogo. Como a trilha é muito extensa, principalmente nos outros Tony Hawks, vou citar apensa as músicas que me chamam mais atenção.

A primeira música que me chamou atenção no jogo, fora Blitzkrieg Bop dos Ramones e Ace Of  Spades do Motorhead, foi Fight Like a Brave dos Red Hot Chili Peppers, pois até então não conehcia esse tipo de som deles, mas voltado pro Funk Metal:

Dentre os diversos Punk Rocks do jogo, podemos destacAmoebaar , dos Adolescents (ps.: eles só tem esse múscia boa…):

Dentre as músicas mais pesadas New Metal? a música que se destaca é Pulse do Mad Capsule Markets, sendo que para jogar é uma das que mais fazem clima ao jogo:

E para completar, na linha do Hip Hop temos If You Must do Del Tha Funkee Homosapien, que tem uma batida bem legal, apesar de não se notar bem no clipe:

Bônus!: Ainda vale o destaque para Check do Zebrahead (com um vídeo super-babaca que encontrei hehehe):

Bom, esta definitivamente não é a melhor trilha da série Tony Hawk, porém é muito boa.

*É uma pena que um jogo que era tão legal e simples, mesmo tendo que acertar milhares de vezes os botões, tenha ficado tão complicado a ponto de eu não consigar dar um Flip, na versão para Wii

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http://www.youtube.com/watch?v=V94TAqOUeto

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Review – Beastie Boys – Licensed to Ill

Setembro 26, 2009 · 2 Comentários

Licensed_to_ill

**Update: a Universal Music Group quebrou os links do Youtube, ou seja, eles não estarão aqui, porém eles podem ser vistos no póprio Youtube, é só clicar no “Assista No Youtube“… nossa, nem precisava escrever isso aqui. ¬¬’

Após um curto hiato de reviews aqui no blog (o bicho ta pegando na facu, uma semana para provas e quatro para entrega do TCC!), estou de volta com uma das bandas mais diversfiicadas que já vi.

Produzido pelo monstro Rick Rubin, Licensed to Ill, de 1986, é o primeiro album dos Beastie Boys. Com vendas acima dos 5 milhões, ele atingiu o topo da Billboard e por diversas vezes foi considerado um dos albuns mais influentes do Rap/Hip Hop. Apesar de tudo isso, o meu album preferido deles é o Check Your Head, que logo aparecerá por aqui.

E apesar da denomicação de Rap/Hip Hop, o album puxa bastante para o lado Rock como poderá ser notado. Com certeza, essa mistura de sons torna o Beastie uma das bandas mais legais que conheço. O trio formado por Mike D (bateria), MCA (baixo) e AD-Rock (guitarra) na verdade começou como uma banda de Punk bem Trash.

A primeira música é Rhymin & Stealin, que tem o sample de bateria When The Levee Breaks do Led Zeppelin e é com um riff de guitarra bem pesado (alguns acham que é Sweet Leaf do Black Sabbath, mas acho que é só parecido). The New Style é um simples bom Hip Hop. A terceira é She’s Crafty que é muito boa (riff também é do Led, The Ocean) porém com certeza é o pior clipe dos Beastie Boys, apesar que neste clipe expandido a introdução é bem legal:

Posse in Effect é basicamente a levadinha de bateria com eles… Já Slow Rider tem um dos melhores samples que já vi eles utilizarem (Low Rider do War). Girls é uma das melhores do album, tocada no Xylophone!

A próxima música é Fight For Your Right, que conta com a participação do guitarrista do Slayer, Kerry King, e é minha preferida, além do clipe ter a qualidade Beastie Boy:

Também com Kerry King, inclusive aparecendo no clipe (mas abaixo) No Sleep Till Brooklyn tem um riff bem legal além do refrão cantante. Paul Revere é a melhor de Rap do album, com uma letra engraçada, seguida da mais ou menos Hold It Now, Hit It.

O album ainda conta com as boas Time to Get Ill e Slow and Low, e a excelente Brass Monkey com uma batida mais rápida e um refrão bem legal.

O album é bem cru, porém é através dele que os Beastie Boys definem melhor o estilo de suas músicas posteriormente. Para quem não sabem eles tem albuns de Punk Rock, Country e Rock Instrumental.

Bom, para quem não conhece, Give it a Try!

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Review – Rainbow – Rising

Setembro 11, 2009 · 8 Comentários

RainbowRisingSempre achei que albuns de rock, em boa parte dos casos, deveriam ser curtos e diretos ao ponto, sem muito lenga-lenga.

E Rainbow Rising, de 1976, está ai para provar que não estou errado! Composto de apenas seis músicas, com certeza esse é o melhor album do Rainbow e un dos melhores da época.

Sem comparações com o Deep Purple (e muito menos com os vocais do Ian Gillan), a banda de Ritchie Blackmore faz um Hard Rock de primeira linha, muito bem produzido, com os impecáveis vocais do anão Ronnie James Dio (que já era velho na época!) e a batera agressiva do Cozy Powell, além de teclados e baixos muito bem ambientalizados. Definitivamente, uma das melhores formações do Rock.

Rising começa com Tarot Woman, que tem uma introdução no teclado bem legal e uma base Hard Rock muito bem feita, seguida da boa Run With the Wolf, onde o vocal do Dio faz toda a diferença, levando boa parte da música nas costas.

As duas próximas músicas lembram bem o Deep Purple (tá, comparei!). Starstruck tem uma introdução bem legal do Blackmore, e Do Your Close Your Eyes tem o consagrado estilo de riff do guitarrista:

O lado B do album conta com as duas melhores músicas do Rainbow e contam a história de um Mago e sua vontade de chegar ao céu, contada através das pessoas que trabalhavam para ele, possíveis escravos (nenhuma influência do Dio nessas letras, né?). Ambas também demonstram Cozy Powell na sua melhor forma, mandando muito bem.

E logo na introdução de Stargazer, Cozy já começa com um solinho, alias, música que acabou de ser regravada pelo Dream Theater em seu último CD, e é toda orquestrada. Os vocais do Dio também estão espetaculares nela (redundância dizer isso?).

Dio solo mandando Stargazer:

E a última música é Light in Black, com uma pegada seca e rápida, com direito ao bumbo duplo do Cozy Powell no solo, que apesar de ser muito grande, é excelente:

Diferentemente dos outros albuns do Rainbow com o Dio, esse parece não ter existido muita frescura ou diversidade na gravação, simplesmente Hard Rock, e para quem gosta desse genêro,  é fundamental escutá-lo.

Só acho que este poderia ter sido um album conceitual, ficaria muito mais legal.

Ps.: Apesar de eu ter comparado com o Deep Purple, me desculpem, mas o Rainbow ainda fica longe deles.

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Review – Jane’s Addiction – Ritual de lo Habitual

Setembro 5, 2009 · 2 Comentários

ritual_de_lo_habitual_coverPara começar a esquentar os motores para o Maquinaria Rock Fest, esse que talvez seja o maior evento musical do Brasil no ano, vou postar alguns albuns das principais bandas que irão se apresentar por lá.

E para começar muito bem, esse que definitivamente é um dos melhores albuns da década de 90. Ritual de lo Habitual, de 1990, trouxe o Rock Underground dos anos 90 à tona, variando seu estilo do Hard Rock ao Semi-Punk, com pitadas Psicodélicas e Pops, sendo dividido em duas partes.

A banda, que alias veio a terminar um ano após o lançamento desse album, era formada, e desde o ano passado voltou a ter esta formação, pelos execelentes Perry Farrell, vocal, Dave Navarro, que também foi do Red Hot Chili Peppers nos meados de 1993/98, gravando o One Hot Minute, guitarra, Eric Avery, baixo, que já foi substituido pelo Flea do Peppers em uma certa época, e na batera Stephen Perkins.

A primeira parte do album é simplesmente rock sem pretensão. Ritual começa com o primeiro single do album, e é minha segunda favorita, Stop! Para uma música de trabalho, ela é bem “quebrada”:

A boa No One’s Leaving tem um baixo forte, como também em Ain’t No Right, que é um rock com cara do Jane’s. A chatinha Obvious serve de introdução para a melhor música do album, Been Caught Stealing, que também foi tema do GTA San Andreas:

A primeira parte do album acaba aqui e começa a segunda, que são músicas mais longas e progressivas, com um toque bem triste, que tratam basicamente de uma amiga de Farrel que suicidou-se.

A sexta música é Three Days, 10 minutos, é excelente e conta com um ótimo solo do Dave Navarro, e é seguida por Then She Did, no mesmo estilo da anterior:

Of Course tem um violino que da um toque meio are baba indiano na música, e para terminar, a nona música Classic Girl, bem calminha, mas nada de especial.

Agora é so esperar eles no Maquinaria, que alias terão outras boas bandas e que pintaram nos próximos posts. Alias, alguém se arrisca a dizer qual farei, Faith No More, headline do primeiro dia, ou Evanescence, que fechará o segundo dia? E ae?

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Review – Ultraje a Rigor – Nós Vamos Invadir Sua Praia

Agosto 28, 2009 · 6 Comentários

255-ultrajearigor-nc3b3svamosinvadirsuapraiaFinalmente de volta com as Reviews!

E para dar ínicio aos novos albuns, resolvi começar com este que talvez seja uns dos melhores, se não o melhor (exagerei?) album de rock da música brasileira! Ah!, antes que esqueça, também fui motivado pelo show deles que vi no fim de semana passado, mas falo dele no fim do post!

Nós Vamos Invadir Sua Praia, de 1985, é o primeiro album dos jovens garotos do Ultraje a Rigor, liderados pelo vocalista e guitarrista Roger. Com um rock muito sincero, este foi o primeiro album brasileiro a conseguir um Disco de Platina.

Não sou muito fã do Rock Brasileiro, porém este é um caso de exceção. Diferentemente do que acontece nas bandas de sucesso, que adoram uma poesia melancólica na música, eles abordam temas engraçados e jovens, sempre com uma certa crítica a sociedade. E nesse caso também não é só o vocal que é destaque, pois o baixo tem linhas super bem feitas, a guitarra e a bateria não são só para acompanhar, sendo muito bem feitas também, fora os backing-vocals sempre bem posicionados.

O album começa com a música homônima Nós Vamos Invadir Sua Praia, que conta com a participação de outros vocalistas, incluindo o Lobão (é ele quem grita na hora do solo “Cade a minha farofinha Roger?!”). E o clipe é mais do que clássico:

A segunda música é Rebelde sem Causa, e talvez seja a mais ointentista de todas e é seguida de Mim Quer Tocar, música bem no estilo Reggae. Logo depois vem Zoraide, que foi uma sensação no show de domingo (não sei por que) e é um bom Rock’n'Roll.

A quinta música é Ciúme, que tem um refrão que ninguém esquece e duas versões, a do album original que é rápida, e a primeira versão que é lenta, como gravado no Acústico da Mtv de 2005:

A próxima música é outra que nem precisa de muita descrição pois Inútil também é um clássico da música brasileira (e de comercias de TV também!). Marylou tem uma bateria bem legal com uma letra muito clássica, inclusive se tornou umas das maiores marchinhas de carnaval de todos os tempos.

A Beatleniana Jesse Go, é muito boa também e acredito não ser cantada pelo Roger (alguem sabe quem é?). Eu Me Amo tem um baixo marcante que da todo o tom para a música e também é um clássico.

Se Você Sabia é outro excelente rock e tem uma letra muito engraçada. O album termina com Independente Futebol Clube:

É, este é mais um daqueles albuns que podem ser considerados um The Best Of, pois as melhores do Ultraje se encontram nele.

Também deixo a dica do acústico deles na MTV, que é muito bom.

Sobre o show deles, foi em Santo André, com chuva e pouco público, porém muito animado! Eles mandaram bem, apesar da guitarra estar “muito estranha” em boa parte das músicas. Ponto alto do show foi quando tocaram Sheena Is A Punk Rocker, dos Ramones, e seus maiores clássicos.

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Games Soundtracks – n°2 + Vadrum

Agosto 22, 2009 · 2 Comentários

super-marioInfelizmente de volta ao mundo real com aulas e TCC =O

Mas isso não interessa ao Blog!

Dando seguimento ao Games Soundtracks, materei dois coelhos com uma cajadada só!

Super Mario Bros é um dos jogos (se não o principal) da história do video-game. Lançado em 1985 pela Nintendo, o encanador italiano junto com seu irmão Luigi, o cogumelo Toad, a princesa  Peach que sempre é raptada pelo vilão Bowser, deram a tônica desse jogo que com certeza elevou os demais jogos a outro level! Sacaram?

A trilha foi composta por Konji Kodo, também criador das músicas do Zelda,  e com certeza é uma das minhas preferidas dos jogos de video-game.

Postarei hoje a primeira parte da trilha, quando ela ainda era feita em 16bits!

E para o segundo coelho, as trilhas estarão acompanhadas do baterista de 26 anos, Andrea Vadrucci, que da um toque bem legal para as músicas.

Super Mario Bros. 3

Super Mario Bros. 2

Super Mario Bros. 1

Apesar de finalmente a Nintendo estar lançando Super Mario Bros 4 para o Wii, deu uma vontade de ter o Super Nintendo de novo para pular uns cascos!

Alias, o cara toca muito, não? Então comentem!

Próxima sexta-feira as reviews de albuns estarão de volta! Abraços

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Review – Whitesnake – 1987

Agosto 8, 2009 · 15 Comentários

Whitesnake_(album)Após as discussões quase incessantes no post da Julieta Venegas, vamos comemorar (como prometido nos comentários do post) o 10° Review de albuns do blog com este que figura, inquestionavelmente, entre os melhores albuns de Hard Rock de todos os tempos.

O album homônimo Whitesnake, e também conhecido como 1987 e Serpens Album, de 1987, levou David Coverdale, a época já 37,  à seu segundo ápice na carreira, sendo o primeiro a participação no Deep Purple, o qual pertenceu de 73 até 76.

Diferentemente de outras bandas que costumam estourar em seus primeiros albuns (este era o oitavo), o Whitesnake já tinha uma carreira consolidada (sua ultima turne antes do 1987 foi encerrada tocando para mais de cem mil pessoas no Rock in Rio), porém após lançar este sucesso de mais de 8 milhões de albuns vendidos passou a figurar entre as maiores bandas de Hair Metal! Digo isso pois até então eles erão considerados uma banda normal de rock, porém o Coverdale já estava cansado e resolveu refaze-la, reformulando todo seu visual e seu som.

A gravação do album ocorreu com o excelente guitarrista Jonh Sykes, compositor de quase todas as músicas junto com o CoverdaleNeil Murray no baixo, Don Airey (atual Purple) no teclado e mais o ex-batera do Journey, Aynsley Dunbar. Porém logo após a gravação Coverdale deu pit reformulou a banda novamente, trazendo os posers guitarristas Adrian Vanderberg (o loiro) e Vivian Campbell (o moreno), Rudy Sarzo no baixo e o batera Tommy Aldridge.

O album tem duas versões, a americana e a europeia, e usarei a última como base, já que as músicas estão em ordem diferente. E a primeira é Still of the Night, terceiro hit do album. Este video do MTV awards é bem estranho, estão tocando com playback (assim eles conseguem ficar lambendo a guitarra e rodando, como pode ser visto no video), porém o Coverdale não está, apesar de estar cantando muito bem mesmo (será que não está mesmo com playback? Deixe sua opnião!):

A segunda música é Bad Boys, a única que não fala de amor e coração partido no album, e é bem Rock’n'Roll no mesmo estilo de sua próxima música, Give me All Your Love, sendo que ambas parecem ser feitas para serem cantadas pelo público em shows.

Looking for Love é mais uma power ballad, novamente falando do coração partido do Coverdale, que parece sempre dar muita emoção nesse tipo de música, e é seguida pela pesada Crying in the Rain, música regravada do album Saints & Sinners, de 1980.

A sexta música é a love song Is This Love, que disepensa comentários! No clipe aparece a namorada do David Coverdale, que logo o trocaria por um dos guitarristas da banda (Vanderberg talvez?). Ela também aparece em todos os outros clipes do album (Hero I Go Again e Still of the Night).

Straight for the Heart e Don’t Turn Away são as músicas que mais aprecem o teclado clássico do Whitesnake, alias elas remetem as antigas músicas deles com seu rock clássico, sendo as de menos sucesso no album.

Chidren of the Night lembra as 2 primeiras músicas, pulando Still [...]. Logo depois vem o maior sucesso do album, Here I Go Again, que também é uma regravação do Saints & Sinners, e é realmente muito boa. O video a seguir é do Live in The Still of The Night, de 2006, talvez um dos melhores shows que já vi em DVD (para ver o clipe original clique aqui!):

E pra fechar o album ainda temos a pesada You’re Gonna Break my Heart Again (não confuda com Don’t Break My Heart Again, também do Whitesnake).

A primeira vista pensei que 1987 era um The Best Of, 75% das melhores músicas deles estão nesse album. O David Coverdale está em ótima fase (“pra variar”), apesar de estar começando a ficar um pouco rouco. Alias é impressionante como ele está em meados de 90, parece que o sucesso desse e do sucessor Slip of The Tongue, exigiram muito dele e acabou ficando um pouco “acabadinho”.

Não gosto de “Os 10 Maiores Albuns de Hard Rock / Rock”, por que tudo depende da fase que você está vivendo, mas se tivesse que fazer uma lista, este album estaria nela, com certeza. Também deixo a dica do Slip of The Tongue, de 1989, e Live in The Still of the Night, de 2006.

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