O Blog logo vai voltar!!

Olá fantasmas!!!

Há tanto tempo que não escrevo nesse (nem em menhum outro) mas logo estarei de volta!!

O blog acabou tomando um rumo de reviews músicais, porém não pretendo que ele continue seguindo essa linha! (mas qual linha devo seguir?)

Bom, em breve teremos novos posts, fiquem no aguardo!

Ta, eu sei o que disse, mass…. só para relembrar!

Osmar

Músicas Natalinas! – parte 1

De volta ao Blog da minha opinião! Faz tempo, não?

E como a época pede, não poderia deixar passar em branco esse período do ano tão… hhhmmm, bom cada um use a sua descrição para ele, talvez isso faça parte do espírito!

E como em todo Natal, sempre temos algumas músicas que ficam marcadas, pelo bem ou mal. Porém eu sempre gostei das músicas natalinas por isso resolvi citar algumas nesse post e no próximo!

Papai Noel Filho da Puta – Garotos Podres

Não, eu não sou contra o Natal, porém essa música é um clássico do punk nacional. Com uma pegada legal e uma letra, podemos dizer, genial, com certeza é uma música que não pode faltar no Natal!:

Muito boa, não?

Jingle Bells – Jim Reeves

Tá, eu sei que comecei de uma forma muito pesada, então vamos a música que talvez seja o maior clássico do natal! Essa não é a versão original da música, mas posso dizer que é a que mais gosto, let’s sing-a-long!

Clássico!

Happy Christmas (War is Over) – John Lennon e Yoko Ono

E falando de clássicos de natal, acho que essa é uma das músicas que definitivamente não pode ser deixada de lado, pois somado a todo o lado emotivo do natal, temos o Beatle que morreu alguns anos depois, e o jargão clássico da música: WAR IS OVER!… if you want it.

…So this is Christimas, and what have you done? Another year over and a new one just begun…

Let it Snow – Jessica Simpson

Essa é outra ótima música de natal! Eu sei que muitos devem estar se questionando por que não coloquei a versão original, obviamente prefiro a Jessica Simpson ao Dean Martin. A antes que eu esqueça, a letra é muito boa também! (Acho que quase todas as músicas natalinas têm letras boas).

“Boa”, não?

Heavy Metal Christmas – Twisted Sisters

Hahahahahaha, só poderia começar essa música com risadas. É comum bandas de rock gravarem algumas músicas, mas o Twisted Sisters gravou um album inteiro de músicas natalinas! E é claro que o resultado no mínimo é engraçado.

Esta é basicamente a letra da música (sempre aumentando um presente), então sing-a-long!

On my heavy metal Christmas my true love gave to me,
12 silver crosses
11 black mascaras
10 pairs of platforms
9 tattered t-shirts
8 pentagrams
7 leather jackets
6 cans of hairspray
5 skull earrings
4 quarts of Jack
3 studded belts
2 pairs of spandex pants
and a tattoo of Ozzy!

Bom, essa foi a primeira parte, espero que tenham gostado!

Para a segunda parte, espero comentários de outras músicas que conheçam!

Feliz Natal!

Review – AC/DC – Black Ice

Após um bom tempo desaparecido deste blog, principalmente devido ao TCC e outros compromissos inadiáveis, volto ao mesmo para ajudar a aquecer esse que talvez seja o maior show do ano no Brasil! (Alguém ai disse que o do KISS foi melhor?).

Diferentemente do Maquinaria, onde descobri que meus amigos não gostam do Faith No More e/ou Jane’s Addiction e os que gostam não estavam dispostos a desembolsar 200 pilas para assisti-los, para o show do AC/DC o ingresso já está em mãos!

A banda fará sexta-feira, dia 27, seu magnífico show, com direito até a uma locativa no palco do bambi Morumbi. A setlist me parece “boa”, até mesmo porque falta minha música preferida, Jailbreak. Também gostaria que o show começasse com Thunderstruck, mas essa ainda é tolerável, a primeira não.

**Just for the record, quem vai abrir o show é o Nasi, nada contra mas…

E o album que deu origem a essa turnê foi o Black Ice, de 2008, que tem uma capa bem legal e em quatro versões diferentes. Liderados pelos irmãos Angus e Malcolm Young, guitarristas e o vocalista Brian Johnson, não abandonaram o bom, velho e simples Rock’n’Roll que consagrou a banda. Talvez esse seja o segredo da banda!

E para não me estender muito, falarei das possíveis músicas que irão compor o show e pertencem ao Black Ice. A principal, porém não a melhor, é Rock’n Roll Train, só acho que o refrão poderia estar com um backing vocal melhor (e para quem não viu, esse clipe também existe em excel, é só dar uma googada):

Big Jack talvez seja a mais legal de se cantar no show! War Machine é muito boa, mas o vocal está baixo e o baixo está alto (?), e com certeza terá um massivo solo do Angus durante o show. Anything Goes é uma música mais felizinha, porém não é certeza de que aparecerá no show.

A música que fecha o album é a homônima Black Ice, sendo a mais legal do disco:

Ou seja, será um show muito bom! E como recomendação do site do evento:

Como se comportar dentro do estádio

A principal recomendação é não ser um mané. Não fique empurrando os outros para chegar na frente, isto atrapalha você e a todos que querem ver o show. Também não cause brigas. E muito comum as pessoas passarem mal durante o show e se isso ocorrer você irá ser levantado pelo pessoal a sua volta e levado para frente da grade ou nas laterais para ser atendido (será uma boa oportunidade de se sentir um astro do rock). Vá ao banheiro antes de entrar no estádio. Dentro do local estarão disponíveis banheiros químicos, mas se você sair do seu lugar será difícil voltar (na pista). Combine com seu amigos um lugar para se encontrar depois show para caso vocês se percam.”

=D

O caso pífio da Uniban

Domingão foi dia do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, mais conhecido como ENADE, e foi realizado através de uma iniciativa do MEC para avaliar a situação dos nossos cursos de graduação.

Diria até que, graciosamente ingratamente, fui selecionado para realizar a prova, tendo em vista que estou terminando minha graduação em administração pela FEI de São Bernardo do Campo. E caso você esteja se questionando, sim a FEI tem curso de administração também, não somente engenharia como alguns podem ter imaginado.

Apesar de considerar domingo dia de Macarronada, Palestra Itália (não preciso dizer quão roubado foi o jogo contra o Fluminense) e Fórmula 1, tive que comparecer a uma escola pública da cidade, que particularmente não conhecia.

Compareci cerca de 30 (ou mais) minutos antes da prova e já fui direto para a sala,  já que não estava muito a fim de ficar confraternizando do lado de fora. A fiscal conferiu meus dados na porta da sala e disse que eu poderia escolher uma cadeira a meu gosto. A sala que tinha quase o tamanho do meu quarto já apresentava alguns jovens (não que eu não seja, mas os que estavam lá obviamente estavam no primeiro ano da faculdade), então resolvi pegar um lugar neutro na sala, exatamente no meio.

Como ainda faltava um bom tempo para o início da prova, comecei observar o perfil das pessoas na sala. Sim, todos aqueles presentes seriam os futuros administradores, felizmente ou não. No exato momento veio a lembrança da notícia “estampada” nos principais meios de comunicação do país, o caso da Uniban, o caso da garota safadeeenha da saia curta, o caso da Geisy Arruda, de 20 anos, ou como cada um queira chamá-lo.

Mas qual o motivo de tal ligação? Acredito que a explicação seja simples. Apesar de não ter o poder de mensurar quão capazes as pessoas presentes nas salas eram, era notável que muitos que estavam lá não estavam, e possivelmente não estariam, capacitados para exercer uma função de valor para a sociedade, da mesma maneira que foi a apresentado pelo caso Uniban, seja por parte dos alunos, dos funcionários, da instituição empresa, e da própria aluna.

Não quero denegrir ninguém, mas este caso é absurdo de todos os lados, seja quantos existirem. Não sou só mais um daqueles falsos moralistas (até porque não sou um), porém sempre acreditei que devemos seguir os padrões de bons costumes que nos permeiam, respeitando e sendo respeitados, e acima de tudo entender onde nos encontramos no momento (tempo, espaço, situação). Todos esses princípios estavam ausentes neste caso.

A srta. Geisy, convenhamos, não estava com uma roupa adequada para estudos. O que seria uma roupa adequada para estudos? Qualquer uma que não tivesse a finalidade de causar, mesmo sem intenção, o que causou. As meninas de adm da FEI, em dias de calor e especialmente aos sábados, vão de vestido, mas em momento algum demonstram vulgaridade, conseguindo ser bem mais sexy do que no já famigerado caso. E nem vamos contar sua própria exposição na mídia.

Os alunos então… lastimáveis. Espero não me deparar com eles no mercado de trabalho, se é que eles entenderam algum dia o que isso venha a significar. Entendo que existem alguns poucos preocupados em estudar, que só estão lá devido a sua condição financeira e se sintam ofendidos com o caso… mas já era, imagem manchada.

E para completar a atuação pífia, a própria Uniban agiu, e continua agindo, como se fosse (e é) uma empresa. Simplesmente expulsa e logo em seguida desiste de seu ato. Age como bem entender, totalmente desnorteada. Lixo. Não dá para acreditar que existam intituiçõs (so called) de ensino dessa maneira.

E qual será o resultado deles no ENADE? Pouco importa, ao final de contas, este resultado não é um chamariz para o mercado e sim para as faculdades que adoram uma propaganda em cima dessas avaliações. Mercado contrato por comportamento, maturidade, visão de futuro e capacidade de aprender.

E quem toma por todas essas irresponsabilidades? O Brasil, que sofre na mão da mídia internacional, principalmente sendo chamado de hipócritas… que só soa como estereótipo. E como ficam os cidadãos batatenses (quem mora em São Bernardo do Campo)? Por brincadeira ou não, já que trabalho em São Paulo, as pessoas vem comentar dos atos bárbaros ocorridos na cidade.

Mas OK, depois de tudo isso a sala se enche e iniciamos a prova. E a fiscal até que era gatinha, devia ter minha idade, então dei umas olhadinhas para ela durante a prova e ela começou dar bola, cheia de sorrisinhos. Entreguei a prova, ela começou ficar vermelha e, quando ia saindo, olhei novamente para dentro da sala ela deu um tchauzinho sapequinha para mim. Qual foi meu pensamento?

“Essa ai deve estudar na Uniban!” hahahaha

Ai ai, sociedade é foda, será que um dia aprenderemos?

Review – Green Jelly – Cereal Killer

green jelly cerael killerUfa! Achei que não ia postar essa semana!

Existem várias, inúmeras, diversas bandas que sempre olhamos (eu principlamente) e dizemos: “Hmpft, essa banda só tem essa música ai! O resto das músicas devem ser todas ruins”

E com o Green Jelly não foi diferente. Lembro de assistir o clipe de Three Little Pigs e dizer: “Ai ó! Mas uma banda de apenas uma música”. E pra variar estava enganado.

Cereal Killer, de 1991, é um daqueles albuns feitos apenas de “brincadeira”, mesmo estilo Massacration de ser, mas sem a parte poser, e conta com um singelo Rock’n’Roll, muitas vezes baseados em alguns clássicos do Rock e sempre com letras irreverentes.

Após o lançamento desse album, eles ficaram mais sérios e tentaram fazer algo mais original e pesado com o album 333… até deu certo, o som está muito mais evoluído musicalmente, mas não fez sucesso e o fim todos já devem saber!

A primeira música é a excelente Obey the Cowgod, que conta com o riffzinho da Ace of Spades do Motorhead:

A faixa homônima Cereal Killer é boa, mas parece que falta um “sequênica lógica nela”, seguida de Rock’n’Roll Pumpkihn, praticamente um rock instrumental com alguns solinhos no meio e uns vocais distorcidos.

E agora o momento extremamente épico, não só do album, mas da MTV e do Rock em geral, Three Little Pigs, que qualquer comentário meu só pode ser explicado através do vídeo:

Trippin on XTC lembra muito aquele estilo antigo dos Red Hot Chili Peppers, meio funk metal californiano, inclusive os vocais (até acho que é alguma paródia…). Misadventures of Shitman não tem nada de especial.

Electric Harley House of Love tem um riff estilo cavalgada bem legal e ainda conta com o riff the Enter Sandman do Metallica como base no solo, com certeza uma das melhores:

House Me Teenage Rave só tem a letra boa (paródia das meninhas “bobinhas”), uma tentativa de uma música tecno. Flight of Squajakada parece que só está no album para preencher espaço. Anarchy in the UK, é um cover dos Sex Pistols com a letra adaptada para os Flintstones (I Wanna be Fred Flintstone!):

O album ainda contén Green Jelly Theme Song, outra música para preencher espaço, chata.

Um ponto forte do album é o clima anos 90 que ele transmite, principalmente quando assitimos aos clipes.

Ou seja, Cereal Killer é bem legal, vale a pena escutá-lo.

Comentem!

Games Soundtracks – n°4 – Evolução Sonic

SONIC_1991Quem não se lembra do carismático porco-espinho ao lado?? Na verdade é um ouriço, mas ok.sonic-unleashed-character-model

Como tudo na vida, Sonic the Hedgehog cresceu e mudou, antes era uma bolinha e agora esta quase como o papa-léguas ai da foto da direita, além de ter deixado as madeixas crescerem.

Seus jogos mudaram e estão quase falindo (o último que joguei ele tinha uma espada..wtf??), tudo por causa desse bendito 3D!!

E sua trilha sonora também mudou, mas será que foi pra melhor?

Em 1991 para o Mega Drive era assim:

Já em 1998 para o Dreamcast foi assim:

E em 2009 para o Wii:

E a pergunta é, qual a melhor??

Comentem!

Review – Faith No More – The Real Thing

The Real ThingApós algumas semanas turbulentas, volto a aquecer as engrenagens para o Maquinaria Festival 2009 que ocorrerá dia 7 de Novembro na Chácara do Jockey em SP. (O dia 8 não conta muito pra mim!).

E nada mais justo do que falar do Fatih No More, headline do primeiro dia e, com certeza, a melhor banda a participar do festival. O Jane’s Addiction abre o show para eles, e para ver o post de Ritual de Lo Habitual, clique aqui!

Os precursores do Funk Metal (alcunha que um dia foi coroa para os Red Hot Chili Peppers) lançaram seu album de maior sucesso nos idos 89, The Real Thing, e até hoje é considerado um dos albuns mais influentes da história do Rock.

O quinteto é constituído pelo versátil e excelente vocalista Mike Patton, apesar de ainda estar meio fanho nesse album, o guitarrista barbudo Jim Martin com sua Flyng V, o boiolinha assumido tinha que ser tecladista Roddy Bottum, o excepcional baixista Bill Gould, que toca também no black-death-extreme-metal Brujeria, e o baterista Mike Bordin, que faz uns bicos toca com o Ozzy agora, dividindo seu tempo com o retorno da banda.

O album começa com tudo com From Out of Nowhere, primeiro single do album, porém ele só iria explodir com o lançamento do próximo single e música do album, Epic, que conta com uma participação épica de todos os membros.

Recorda é viver! Este clipe é mais que clássico:

Outro ponto alto do album é famosa introdução no baixo de Falling to Pieces, execelente música. Surprise You’re Dead é bem quebrada, com uma guitarra bem legal, mas achei que o vocal/letras poderiam ser melhores.

Zombie Eaters tem um clima do mal bem legal. A música homônima The Real Thing é uma das melhores, bem estruturada com um bom vocal do Patton:

Show de 2009, ainda estão bem!

Underwater Love tem outro vocal nasalado do Mike Patton e não tem nada de mais. The Mornig After é boa mas me lembra a introdução de We Care a Lot do próprio Faith no More.

Woodpeckers from Mars é instrumental, só que está mais para uma música que não deu pra colocar o vocal, apesar de ser até legalzinha. A décima música é War Pigs, cover do Black Sabbath e que ficou muito boa. E para fechar o album temos Edge of the World, que é excelente mesmo sem ter guitarra:

Apesar de ser muito bom, não sei se esta é a minha fase preferida deles, pois logo após a saída do guitarrista, a sonoridade se torna um pouco mais diversificada e mais cru, podendo dizer até mais obscura.

Se você não conhece, vale muito a pena escutar The Real Thing, pirncipalmente para esta afinado para o show deles!

Falando em show, logo vem uma, talvez até duas, review do AC/DC. Mas qual album?

Comentem!